Educadores entram no 101º dia de manifestações por reajuste salarial; Trabalhadores dos Correios fazem protesto na Afonso Pena
Eugenio Moraes
Na segunda-feira (12), os professores se acorrentaram ao Pirulito da Praça 7
Cerca de 30 professores da rede Estadual de educação voltaram a acorrentar-se, em Belo Horizonte, na manhã desta sexta-feira (16). Desta vez, os educadores estão na Praça da Liberdade com o objetivo de chamar a atenção da presidente Dilma Rousseff, que visita capital mineira. Os educadores chegaram às 6 horas e pretendem permanecer no local até as 18 horas.
A greve dos educadores estaduais chega, nesta sexta, ao 101º dia, sem previsão de término. Uma nova assembléia está marcada para terça-feira (20). O Governo do Estado já contratou 12 mil novos professores para substituir os grevistas.
Professores federais também estão em greve
Trabalhadores dos Correios fazem protesto na Afonso Pena
Paralelamente às manifestações dos professores estaduais, outra categoria também aproveita que os holofotes do país estão lançados sobre a Capital. Cerca de 50 trabalhadores dos Correios, que entraram em greve na quinta-feira (15), fazem protesto na Avenida Afonso Pena, em frente à Agência Central.
Os funcionários querem reajuste salarial, aumento do piso, dentre outras reivindicações. A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect), os Correios ofereceram reposição da inflação de 6,87%, abono salarial de R$ 800 e vale alimentação de R$ 25.
Cerca de 60 professores pararam o trânsito da BR-040, na altura do quilômetro 607, em Congonhas, Região Central de Minas Gerais.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a manifestação foi pacífica e o tráfego ficou retido por aproximadamente dez minutos.
Os manifestantes são professores do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais das cidades de Congonhas, Bambuí e Ouro Preto que estão em greve há um mês.
FONTE: HOJE EM DIA
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